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O Instituto de Medicina Legal das Astúrias, em Espanha, está a investigar a morte de uma mulher, de 40 anos, que foi vacinada com a vacina da AstraZeneca uma semana antes do óbito.
De acordo com o jornal El País, o médico não assinou a certidão de óbito por não conhecer a causa óbvia da morte e isso levou à investigação por parte do instituto.
Sempre que um médico não assina uma certidão de óbito, é aberta uma investigação, neste caso em particular, a toma da vacina poderá ser um dos fatores a ser avaliado.